sábado, 18 de junho de 2011

Resumos dos contos da A Aia

A minha fotografiaVersão retirada na internet                                                    Era uma vez um jovem rei, que partiu para longe para a guerra, deixando a amada, o filho recém-nascido e o reino desprotegidos.

O rei faleceu numa batalha e a tristeza entrou no palácio, deixando inseguro o seu filho, futuro rei, que tinha um rival mais perto do que poderia imaginar: o seu tio bastardo, um homem cruel, agressivo, mau, que tudo faria pelo poder.

Ao lado do príncipe dormia um menino que era filho de uma escrava que amamentava os dois. Partilhavam o quarto embora em berços diferentes: o do herdeiro do trono era rico e o do escravo era pobre. A escrava, aia da rainha, tinha nascido naquele palácio, era fiel aos seus senhores e preocupava-se com o que lhes poderia acontecer no futuro, por isso estava alerta.

Uma noite, o tio bastardo invadiu o palácio com um exército de malfeitores e a aia, sem pensar duas vezes, trocou os bebés de berço. Não se apercebendo da troca, os homens levaram e mataram o escravozinho.

A rainha, desesperada, correu para o quarto do filho quando a aia lhe mostrou, destapando o berço, que tinha trocado os bebés. Beijou a aia, considerou-a como irmã e quis recompensá-la dando-lhe a escolher, dos imensos tesouros daquele reino, o que ela quisesse. A Aia, escrava leal, pegou num punhal valioso e cravou-o no peito dizendo que ia juntar-se ao seu filho, que já tinha cumprido o seu dever.


Versão escrita por uma aluna da nossa escola
Um rei partiu para combater e morreu, deixando para trás a sua esposa, o filho pequenino e os inimigos do reino, entre os quais, o mais perigoso era o tio do bebé que queria ficar com o reino.



O principezinho dormia num berço rico, ao lado do filho da sua aia, que dormia num berço pobre, mas esta amava os dois da mesma maneira.


Um dia, o tio do principezinho entrou no reino para o raptar e matar e, por isso, a escrava trocou as crianças de berço, salvando assim a vida do herdeiro ao trono.


Por esta atitude, a rainha levou-a à sala do tesouro e deixou-a escolher o que quisesse. No entanto, a aia apenas pegou num precioso punhal e matou-se.
Margarida Silva 7º B





quarta-feira, 15 de junho de 2011

Notícia

Notícia

→ O que é?
Narrativa curta; texto de interesse geral, com base num acontecimento actual e que tem sempre uma novidade.

→ Como se faz?
Título ( encabeça a notícia; chama atenção para ler a notícia)
Curto e letras subersaídas.
Pode ter um antetítulo e/ou subtítulo.
Deve conter a informação essencial.

Lead ou parágrafo guia ou cabeça da notícia
Este parágrafo deve conter a resposta a quatro perguntas básicas:  
Quem?
O quê?
Quando?
Onde?
     O corpo da Notícia
O corpo da notícia é o desenvolvimento detalhado da notícia.
Responde às perguntas COMO? e PORQUÊ? (ocorre o facto)

→ Que linguagem usa?
Não pode distorcer o facto: verdadeiro, clara, simples (do tipo corrente).
Permitir uma só interpretação

Abyssus Abyssum



Este trabalho foi realizado no âmbito da disciplina de L.P. e meditei que devia contér no meu blog.


                                                    Ver imagem em tamanho realAbyssus Abyssum
         
Emoções e Sentimentos


Emoção: é uma manifestação externa do nosso corpo, visível e pública. Ao contrário do sentimento que está no nosso intimo.

É uma dramatização:
● Quando sentimos vergonha, por exemplo ficamos vermelhos;
● Quando ficamos com medo trememos ou suamos frio;
               ● Quando estamos tristes, choramos.

Quando experimentamos uma emoção, reagimos a ela, dramatizamos. Por exemplo, quando apanhamos um susto e temos medo, afastamo-nos.

As emoções das personagens do conto “ Abyssus Abyssum” de Trindade Coelho

A maioria das emoções estás está apenas presente nas falas , a maneira como falam reflete o medo, a “ raiva”, etc. As personagens alteram o tom de voz em diversas situações.

“ Ouviste? – ralhara-lhes a mãe. – olhai se ouviste! Se voltais ao rio, mato-vos com pancada! Andai lá…”

● “ Os pequenos ficaram com medo e ambos murmuraram em tom de reza as palavras rituais: Deus te guie bem guiado, que no céu foste criada”

● “ Na grande alucinação do perigo, desvairado pelo medo, gritou imediatamente: Manuel! ó Manuel!”.

● “ Mas o irmão, sacudindo-o convulsamente, procurando chamá-lo à realidade, de novo lhe gritou, com lágrimas na voz: Manuel, acorda! Olha que estamos perdidos, Manuel!”

“…agarrados um ao outro”.

“ …assim de súbito acordados, romperam em gritos lancinantes: Ai quem, acode! Ai Jesus, que nos vale! Acudam! Acudam!
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Sentimentos: acto ou efeito de sentir; estado afectivo que tem por antecedente imediato uma representação mental;   disposição afectiva duradoura; facto emocional; paixão; mágoa; desgosto; intuições mais ou menos confusas que não sabemos justificar racionalmente, pois estão no nosso íntimo.

Os Sentimentos das personagens do conto “ Abyssus Abyssum” de Trindade Coelho

Dificuldade: quando são acordados;
Vaidade: em relação ao que observam da janela;
Desconforto e tristeza: recordam que era impossível ir ao rio e ao barco;
Fascinação: pelo barco;
Cumplicidade: quando tomam a decisão de ir ao barco;
Alegria: quando se encontram no barco;
Brio: pela sensação de liberdade que sentiam;
Satisfação: «Por certo eles nunca tinham sido tão felizes (…)»
Receio, mágoa, ansiedade: quando acordam e vêem que estão perdidos.
Irritação: no momento em que vão ser engolidos pelas águas







Trabalho realizado por:
João Luís Araújo
Daniela Carvalho

O meu desejo AGRICULTURA

Versão escrita por uma aluna da escola

Um rei partiu para combater e morreu, deixando para trás a sua esposa, o filho pequenino e os inimigos do reino, entre os quais, o mais perigoso era o tio do bebé que queria ficar com o reino.



O principezinho dormia num berço rico, ao lado do filho da sua aia, que dormia num berço pobre, mas esta amava os dois da mesma maneira.



Um dia, o tio do principezinho entrou no reino para o raptar e matar e, por isso, a escrava trocou as crianças de berço, salvando assim a vida do herdeiro ao trono.


Por esta atitude, a rainha levou-a à sala do tesouro e deixou-a escolher o que quisesse. No entanto, a aia apenas pegou num precioso punhal e matou-se.

Margarida Silva 7º B

Complemento Directo


Complemento directo
Complementos do verbo — O verbo é o núcleo do predicado. Por vezes é suficiente, por si só, para exprimir a acção atribuída ao sujeito. Diz-se então que o verbo é intransitivo, porque a acção não "transita", não passa para um complemento:
O actor F morreu.
Nasceu a filha da princesa X.
O equilibrista caiu.
O Ministro da Agricultura chegou ontem de Bruxelas.
Por vezes e existência junto ao verbo de outros elementos pode induzir-nos em erro. No último exemplo apresentado, verificamos que a oração não termina no verbo ("ontem", "de Bruxelas"). No entanto, esses elementos não são complementos do verbo: limitam-se a explicitar algumas circunstâncias que envolvem a acção — o tempo e o lugar. São, portanto, complementos circunstanciais, que estudaremos em outro lugar.
Há no entanto muitos outros verbos que necessitam de um complemento para caracterizar com clareza a acção atribuída ao sujeito. São os verbos transitivos, assim designados porque a acção "transita" ou passa do verbo para um outro elemento. Trata-se do complemento directo e do complemento indirecto.

Vejamos o que caracteriza o complemento directo.
Complemento directo — Indica o ser sobre o qual recai directamente a acção expressa pelo verbo.
O meu pai comprou um carro.

SUJEITO E PREDICATIVO

SUJEITO  /  PREDICADO
            A frase simples é constituída por um conjunto de palavras que se organizam em torno de um verbo conjugado. A este conjunto dá-se o nome de oração.
            O Sujeito  e o Predicado são os dois elementos essenciais da oração.
            Ex. A menina    lê o livro.
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                     Sujeito      Predicado
Sujeito: designa o ser ou o objecto sobre o qual se faz a declaração.
Predicado:  designa tudo aquilo que se diz do sujeito.